Quais exchanges o IR do Investidor integra (lista completa)
O IR do Investidor foi feito para consolidar todo o seu histórico de criptoativos em um só lugar — não importa em quantas corretoras você opera. Hoje a plataforma integra 15+ exchanges, além de carteiras on-chain e da Interactive Brokers, e ainda aceita importação por arquivo quando a corretora não tem API.
As formas de trazer suas operações
Antes da lista, vale entender que existem quatro caminhos para colocar suas operações na plataforma:
- API read-only — você conecta a exchange com uma chave de leitura, e o IR do Investidor busca trades, depósitos, saques e rendimentos automaticamente.
- Importação por CSV — quando a corretora não tem API (ou a API não cobre o histórico antigo), você sobe o extrato exportado da própria exchange. A plataforma entende vários formatos de CSV.
- Carteiras on-chain — endereços públicos de blockchain (e hardware wallets) são lidos via provedores como Alchemy e Etherscan.
- Interactive Brokers — corretora de ações e ETFs (inclusive ETFs de cripto), importada via Flex Query.
Exchanges com integração via API
A plataforma cobre as principais corretoras usadas por investidores brasileiros, tanto nacionais quanto estrangeiras. Entre elas estão exchanges globais de grande volume e corretoras brasileiras, incluindo nomes como Binance, Bybit, OKX, Kraken, Coinbase, Gate.io, MEXC, Huobi/HTX, KuCoin, Bitget, BingX, além de corretoras brasileiras como Mercado Bitcoin e Bitpreço.
A distinção entre exchange nacional e estrangeira é importante para o imposto — corretora brasileira segue o regime de ganho de capital mensal; corretora estrangeira entra no regime de aplicação financeira no exterior (Lei 14.754/2023). A plataforma já faz essa separação automaticamente na apuração.
E se a minha exchange não estiver na lista?
Não tem problema. Mesmo que a sua corretora ainda não tenha integração direta por API, você quase sempre consegue trazer o histórico de duas formas:
- Exportando o CSV de operações pela própria exchange e subindo o arquivo no IR do Investidor.
- Se for uma carteira própria (self-custody), informando o endereço on-chain para leitura direta da blockchain.
A regra prática é: qualquer operação que você consiga comprovar — por API, por extrato CSV ou pela própria blockchain — pode entrar na sua apuração.
Cobertura de dados por exchange
Vale uma nota de honestidade: a qualidade dos dados depende do que cada exchange disponibiliza. Algumas APIs retornam o histórico completo (trades, saldos, depósitos, saques, rendimentos de staking); outras limitam o período ou já purgaram dados antigos de contas inativas. Quando a API não devolve tudo, o caminho é completar com o CSV exportado da própria corretora.
Por isso, ao conectar uma exchange, sempre confira se o saldo final bate com o que você vê na corretora. Se algo estiver faltando, a plataforma tem uma etapa de reconciliação para identificar e resolver o que não fechou.
Como o IR do Investidor usa tudo isso
Depois de conectadas as exchanges e importados os CSVs e carteiras, a plataforma:
- monta um histórico único com todas as suas operações;
- calcula o custo médio de cada criptoativo;
- separa operações nacionais das do exterior;
- gera o Informe IRPF, o Demonstrativo da Lei 14.754 e o DARF quando há imposto a pagar.
Quanto mais fontes você conecta, mais completo e auditável fica o seu histórico — e mais segura fica a sua declaração.
Próximos passos
- Liste todas as corretoras e carteiras em que você já operou (inclusive as que fechou).
- Para cada uma, escolha o melhor caminho: API, CSV ou endereço on-chain.
- Conecte uma de cada vez e confira o saldo ao final.
Se ficar em dúvida sobre alguma corretora específica ou um formato de extrato, fale com o suporte — assim conseguimos orientar o caminho certo para o seu caso.